Sábado foi mais um dia de prestigiar amigos no teatro. Em dose dupla.
Depois de tomarmos café da manhã com a Nicinha, recém chegada do Canadá, fomos para uma rodada dupla de teatro. Não fosse pela travada na minha lombar, o dia seria perfeito, mesmo assim foi demais.
Primeiro fomos até o Sesc Ipiranga, assistir ao ar livre, na bela tarde de sábado, Sonhos de Uma Noite de Verão, de William Shakespeare, com a participação de uma querida parceira, Thalita Trevisani e o Grupo Novelo.
E no fim do dia foi o momento de prestigiar Raquel Higa e Gustavo Della, em cena no Vamp - O Musical, no Teatro Sérgio Cardoso, pra matar a saudade da novela dos anos 90, e de personagens marcantes. como o inesquecível Vlad e a roqueira Natasha, vividos novamente pelo incrível Ney Latorraca e Claudia Ohana. O texto não é lá essas coisas, mas viver essa história marcante de novo foi muito bom!
A VIDA É FEITA DE MOMENTOS... TÔ FAZENDO A MINHA HISTÓRIA!!!
sábado, setembro 16, 2017
domingo, setembro 10, 2017
Feriadão nacional
Depois de duas semanas de "férias" vem um feriadão prolongado pra recarregar de vez as energias. E no dia 7 foi bom pra matar a saudade dos amigos, da família, com direito a bolinho de arroz, ceviche, muito jogo de buraco e pizza na casa de amigos. Enquanto dia 8 foi para hibernar em casa. No sábado fomos para São Paulo pra curtir um cinema e no domingo churrasco na casa da Dry com Cassy e Dander pra fechar o feriadão.
O filme do sabadão foi IT - A Coisa (IT, EUA 2017), um filme que eu sempre fugi na infância.
Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado "Losers Club" - o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do "Losers Club" acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise. (Fonte: Adoro Cinema)
O filme do sabadão foi IT - A Coisa (IT, EUA 2017), um filme que eu sempre fugi na infância.
Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado "Losers Club" - o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do "Losers Club" acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise. (Fonte: Adoro Cinema)
quarta-feira, setembro 06, 2017
Floripa em um dia
E pra fechar nossas férias em grande estilo, fomos dar uma passeadinha pela ilha da magia. Florianópolis, a capital da bela Santa Catarina.
Ainda na primeira noite, demos uma passada pelo centro onde fui apresentar pro Fezão a catedral, a Figueira bicentenária e o mercado municipal. Depois de passarmos pelo hotel e deixar as coisas fomos jantar em uma pizzaria no centrinho da Lagoa da Conceição.
Mas o dia chave em Floripa, foi a terça-feira, o dia cheio que tivemos pra conhecer os principais pontos da ilha. E assim foi o nosso dia em Floripa:
Levantamos cedo mas descansados e seguimos para nosso primeiro local na ilha: o Sul! As praias da Armação e Matadeiro. De lá passamos pelo Campeche e Joaquina, onde subimos nas dunas. Seguindo pela costa leste contemplamos a Praia Mole, Barra da Lagoa, Moçambique até seguirmos para o Santinho, onde subimos nas pedras do mar em ressaca para ver as inscrições rupestres de 7.000 anos. Um passeio pelo Ingleses até pararmos em Canasvieiras para almoçar e tomar um sorvete de sobremesa.
De lá seguimos para Jurerê, Daniela e os charmosos bairros de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa. Um pouco de trânsito na avenida Beira-Mar Norte mas chegamos até a ponte Hercílio Luz para uma foto no cartão postal símbolo de Floripa. Atravessamos para o continente para os bairros de Estreito e Coqueiros e seguimos para o mirante da Lagoa da Conceição para apreciarmos a bela vista. A volta para a pousada foi pelo Canto da Lagoa e logo chegamos no bairro de Rio Tavares, onde estava a nossa pousada Pau de Canela, que por sinal vale muito a pena para quem quer uma hospedagem gostosa num lugar bem charmoso. Descansamos e de noite fomos para o centro para jantarmos num rodízio bem servido de comida árabe no Babaganush. Uma última apreciada no mirante da Lagoa pra ver a vista noturna e depois uma passeada pela avenida das Rendeiras antes de voltar pra pousada para, enfim, descansar.
A quarta-feira serviu apenas para descansarmos e seguirmos para o aeroporto e comer um delicioso pedaço de torta alemã.
Assim foi nossa passagem relâmpago, porém muito especial pela incrível Floripa.
Ainda na primeira noite, demos uma passada pelo centro onde fui apresentar pro Fezão a catedral, a Figueira bicentenária e o mercado municipal. Depois de passarmos pelo hotel e deixar as coisas fomos jantar em uma pizzaria no centrinho da Lagoa da Conceição.
Mas o dia chave em Floripa, foi a terça-feira, o dia cheio que tivemos pra conhecer os principais pontos da ilha. E assim foi o nosso dia em Floripa:
Levantamos cedo mas descansados e seguimos para nosso primeiro local na ilha: o Sul! As praias da Armação e Matadeiro. De lá passamos pelo Campeche e Joaquina, onde subimos nas dunas. Seguindo pela costa leste contemplamos a Praia Mole, Barra da Lagoa, Moçambique até seguirmos para o Santinho, onde subimos nas pedras do mar em ressaca para ver as inscrições rupestres de 7.000 anos. Um passeio pelo Ingleses até pararmos em Canasvieiras para almoçar e tomar um sorvete de sobremesa.
De lá seguimos para Jurerê, Daniela e os charmosos bairros de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa. Um pouco de trânsito na avenida Beira-Mar Norte mas chegamos até a ponte Hercílio Luz para uma foto no cartão postal símbolo de Floripa. Atravessamos para o continente para os bairros de Estreito e Coqueiros e seguimos para o mirante da Lagoa da Conceição para apreciarmos a bela vista. A volta para a pousada foi pelo Canto da Lagoa e logo chegamos no bairro de Rio Tavares, onde estava a nossa pousada Pau de Canela, que por sinal vale muito a pena para quem quer uma hospedagem gostosa num lugar bem charmoso. Descansamos e de noite fomos para o centro para jantarmos num rodízio bem servido de comida árabe no Babaganush. Uma última apreciada no mirante da Lagoa pra ver a vista noturna e depois uma passeada pela avenida das Rendeiras antes de voltar pra pousada para, enfim, descansar.
A quarta-feira serviu apenas para descansarmos e seguirmos para o aeroporto e comer um delicioso pedaço de torta alemã.
Assim foi nossa passagem relâmpago, porém muito especial pela incrível Floripa.
sábado, setembro 02, 2017
Entre|Muros
Ir ao teatro é muito bom!
Ir prestigiar amigos no teatro é melhor ainda.
Agora ir ao teatro, prestigiar amigos, que estão em formação nessa arte deliciosa é simplesmente demais.
E hoje nos surpreendemos com a turma do meu querido amigo Tchesko Minelli (aqui Francesco Minelli), que surpreendeu com a montagem de "Entre|Muros", sobre a história real do 'holocausto' ocorrido em um hospício em Barbacena. Foi demais! Parabéns Tchesko e toda turma 62 do Indac.
Ir prestigiar amigos no teatro é melhor ainda.
Agora ir ao teatro, prestigiar amigos, que estão em formação nessa arte deliciosa é simplesmente demais.
E hoje nos surpreendemos com a turma do meu querido amigo Tchesko Minelli (aqui Francesco Minelli), que surpreendeu com a montagem de "Entre|Muros", sobre a história real do 'holocausto' ocorrido em um hospício em Barbacena. Foi demais! Parabéns Tchesko e toda turma 62 do Indac.
quarta-feira, agosto 30, 2017
O melhor e o pior de Cartagena
FÉRIAS EM CARTAGENA - DIA 7
O último dia em Cartagena foi de poucas horas, na verdade. Saímos do hotel às 9 da manhã e já fomos direto para o aeroporto pegar nosso vôo para Bogotá. Mas reservei esse tempo entre embarque e vôo para listar o que eu mais gostei e o que realmente não gostei dessa cidade incrível e apaixonante que é Cartagena. Então vamos começar pelo lado bom antes que você se arrependa de ir antes de acabar esse post.
O LADO BOM
A cidade é limpa, está sempre calor, quase todos os estabelecimentos comerciais, lojas e restaurantes tem ar condicionado, tem muita opção de comida, passeios, câmbio pra todo lado. O Uber, apesar de não legalizado, funciona e é a melhor opção de locomoção, mas além disso parece que derramaram um pacote de Fandangos pela cidade, pois o táxis sempre pequenos e amarelinhos estão pela cidade toda. O custo de vida é mais baixo do que no Brasil, isso ajuda a comprar mais. A cidade murada é encantadora e muito linda, construções históricas, ruazinhas charmosas, iluminação excelente, segurança, não nos vimos em situação de risco em momento nenhum, a praia de Bocagrande extremamente limpa, com muitas estruturas para passar o dia na praia, mar calmo de águas quentes, bem agradável. Tudo para Cartagena ser a cidade dos sonhos.
O LADO RUIM
Mas infelizmente não é.
Os serviços são muito ruins. Os colombianos de Cartagena são educados e cordiais, porém muito despreparados para atender os turistas. Se viram como pode, mas não são exemplares. O pior de Cartagena é o comércio ambulante. Não existe paz na praia, pelas ruas da cidade, da Cidade Murada, nas ilhas e até mesmo dentro do mar, onde jet-skis disputam o tempo todo lugar com os banhistas oferecendo passeios. Sem falar do cheiro de querosene que fica no mar por causa do motor. Desde a hora que saímos do hotel até nos acomodar nas cadeiras de praia, massagistas, vendedores de comida, óculos, charutos cubanos, artesanatos em pedra coral, colares e pulseiras de missangas, chapéus, tatuagem de rena, regalos, pacotes e passeios turísticos, chegam a ser insistentes demais e muito irritantes. Você chega a falar NO, GRACIAS! cerca de cem mil vezes por dia, umas dez para cada pessoa. No centro os ambulantes acompanham seu caminhar, empurrando seus produtos a todo custo. É um dos maiores testes de paciência que um ser humano pode ser submetido. Outro teste de paciência é o trânsito. Intenso e nervoso. Os cartageneros e turistas colombianos dirigem com a mão na buzina. Buzinam demais e o tempo todo. Taxistas buzinam para todas as pessoas na rua. É uma sinfonia irritante. O trânsito é tenso, parece não haver regras pra trocar de faixa, param no meio de vias de alta velocidade, estacionam, descem do carro em vias estreitas, costuram pelas ruas, ultrapassam pela direita, quem tá na esquerda anda devagar...CAOS! Mas justiça seja feita, eles se entendem, pois não vimos um acidente se quer por aqui. As garçonetes nas portas dos restaurantes gritando para as pessoas entrarem. Na Avenida San Martín em Bocagrande, por duas vezes andávamos pela calçada e a garçonete do outro lado da avenida gritava o menu completo do restaurante nos convidando a entrar. Um horror.
Mas de uma forma geral, Cartagena vale muito a pena! Estamos partindo, levando muita saudade dessa cidade encantadora.
O último dia em Cartagena foi de poucas horas, na verdade. Saímos do hotel às 9 da manhã e já fomos direto para o aeroporto pegar nosso vôo para Bogotá. Mas reservei esse tempo entre embarque e vôo para listar o que eu mais gostei e o que realmente não gostei dessa cidade incrível e apaixonante que é Cartagena. Então vamos começar pelo lado bom antes que você se arrependa de ir antes de acabar esse post.
O LADO BOM
A cidade é limpa, está sempre calor, quase todos os estabelecimentos comerciais, lojas e restaurantes tem ar condicionado, tem muita opção de comida, passeios, câmbio pra todo lado. O Uber, apesar de não legalizado, funciona e é a melhor opção de locomoção, mas além disso parece que derramaram um pacote de Fandangos pela cidade, pois o táxis sempre pequenos e amarelinhos estão pela cidade toda. O custo de vida é mais baixo do que no Brasil, isso ajuda a comprar mais. A cidade murada é encantadora e muito linda, construções históricas, ruazinhas charmosas, iluminação excelente, segurança, não nos vimos em situação de risco em momento nenhum, a praia de Bocagrande extremamente limpa, com muitas estruturas para passar o dia na praia, mar calmo de águas quentes, bem agradável. Tudo para Cartagena ser a cidade dos sonhos.
O LADO RUIM
Mas infelizmente não é.
Os serviços são muito ruins. Os colombianos de Cartagena são educados e cordiais, porém muito despreparados para atender os turistas. Se viram como pode, mas não são exemplares. O pior de Cartagena é o comércio ambulante. Não existe paz na praia, pelas ruas da cidade, da Cidade Murada, nas ilhas e até mesmo dentro do mar, onde jet-skis disputam o tempo todo lugar com os banhistas oferecendo passeios. Sem falar do cheiro de querosene que fica no mar por causa do motor. Desde a hora que saímos do hotel até nos acomodar nas cadeiras de praia, massagistas, vendedores de comida, óculos, charutos cubanos, artesanatos em pedra coral, colares e pulseiras de missangas, chapéus, tatuagem de rena, regalos, pacotes e passeios turísticos, chegam a ser insistentes demais e muito irritantes. Você chega a falar NO, GRACIAS! cerca de cem mil vezes por dia, umas dez para cada pessoa. No centro os ambulantes acompanham seu caminhar, empurrando seus produtos a todo custo. É um dos maiores testes de paciência que um ser humano pode ser submetido. Outro teste de paciência é o trânsito. Intenso e nervoso. Os cartageneros e turistas colombianos dirigem com a mão na buzina. Buzinam demais e o tempo todo. Taxistas buzinam para todas as pessoas na rua. É uma sinfonia irritante. O trânsito é tenso, parece não haver regras pra trocar de faixa, param no meio de vias de alta velocidade, estacionam, descem do carro em vias estreitas, costuram pelas ruas, ultrapassam pela direita, quem tá na esquerda anda devagar...CAOS! Mas justiça seja feita, eles se entendem, pois não vimos um acidente se quer por aqui. As garçonetes nas portas dos restaurantes gritando para as pessoas entrarem. Na Avenida San Martín em Bocagrande, por duas vezes andávamos pela calçada e a garçonete do outro lado da avenida gritava o menu completo do restaurante nos convidando a entrar. Um horror.
Mas de uma forma geral, Cartagena vale muito a pena! Estamos partindo, levando muita saudade dessa cidade encantadora.
terça-feira, agosto 29, 2017
Islas del Rosario, o Caribe Colombiano
FÉRIAS EM CARTAGENA - DIA 6
De volta à Muelle de La Bodeguita partimos rumo à uma das Islas del Rosario, onde está o Cocoliso Resort, onde fomos passar o nosso último dia de Cartagena. O passeio custa COP 120 mil (R$ 160) além da taxa portuária obrigatória de COP 15.500, e inclui apenas o transporte ida e volta para a ilha, um almoço simples, com filé de peixe delicioso, arroz de côco, patacón (banana verde frita), salada e uma bebida, além de toda a estrutura do hotel. O trajeto é quase igual ao da Isla del Encanto em Baru, mas depois da saída da baía de Cartagena a lancha segue em uma direção mais reta, mas dura 1 hora também. O dia estava ensolarado em Cartagena, mas no caminho da Isla encontramos nuvens que deixaram escapar algumas gotas, porém quando chegamos a Cocoliso estava o tempo abri o que nos proporcionou uma excelente vista no mar mais caribenho que já vi na vida.
Águas lindas e muito claras que vão de tons esmeralda a azuladas. O local não tem praia, apenas píeres e uma mureta onde estão as cadeiras e guarda-sóis que dão acesso ao mar. E ali ficamos dando nossos mergulhos no Mar do Caribe até o começo da tarde quando começou a chover fraco. Aproveitamos para almoçar e quando terminamos a chuva já havia ido embora e pudemos relaxar na piscina do resort.
De volta a Cartagena, depois desse passeio inesquecível, fomos buscar uma doceria na Cidade Murada, e encontramos a única que não aceitava cartão de crédito e não tinha Wi-Fi, mas só vai viemos a saber depois de ter comido os doces. Não teria problema se não tivesse acabado todos os nossos pesos. O jeito foi procurar um caixa eletrônico próximo a Torre do Relógio para conseguir sacar pesos pelo cartão de crédito. Ainda chegamos no hotel a tempo de apreciar um dos mais especiais atrativos de Cartagena: o por do sol em Bocagrande, que assistimos das janelas do nosso quarto no 12° andar do Hotel Regatta Cartagena.
E nossa despedida da noite de Cartagena foi em grande estilo. Fomos até o charmoso bairro de Manga, que liga Getsemani e o centro ao porto de Cartagena. Após jantarmos na Verona Pizzeria Gourmet, onde apreciamos uma deliciosa lasanha, fomos caminhando pela linda orla da baía de Manga até o Fuerte San Sebastian de Pastelillo, onde ficamos apreciando a noite deitados em cima da fortaleza, tentando guardar na memória cada detalhe da baía de Cartagena, protegida por Bocagrande e Castillogrande.
E assim terminamos nossa memorável viagem pela linda Cartagena.
De volta à Muelle de La Bodeguita partimos rumo à uma das Islas del Rosario, onde está o Cocoliso Resort, onde fomos passar o nosso último dia de Cartagena. O passeio custa COP 120 mil (R$ 160) além da taxa portuária obrigatória de COP 15.500, e inclui apenas o transporte ida e volta para a ilha, um almoço simples, com filé de peixe delicioso, arroz de côco, patacón (banana verde frita), salada e uma bebida, além de toda a estrutura do hotel. O trajeto é quase igual ao da Isla del Encanto em Baru, mas depois da saída da baía de Cartagena a lancha segue em uma direção mais reta, mas dura 1 hora também. O dia estava ensolarado em Cartagena, mas no caminho da Isla encontramos nuvens que deixaram escapar algumas gotas, porém quando chegamos a Cocoliso estava o tempo abri o que nos proporcionou uma excelente vista no mar mais caribenho que já vi na vida. Águas lindas e muito claras que vão de tons esmeralda a azuladas. O local não tem praia, apenas píeres e uma mureta onde estão as cadeiras e guarda-sóis que dão acesso ao mar. E ali ficamos dando nossos mergulhos no Mar do Caribe até o começo da tarde quando começou a chover fraco. Aproveitamos para almoçar e quando terminamos a chuva já havia ido embora e pudemos relaxar na piscina do resort.
De volta a Cartagena, depois desse passeio inesquecível, fomos buscar uma doceria na Cidade Murada, e encontramos a única que não aceitava cartão de crédito e não tinha Wi-Fi, mas só vai viemos a saber depois de ter comido os doces. Não teria problema se não tivesse acabado todos os nossos pesos. O jeito foi procurar um caixa eletrônico próximo a Torre do Relógio para conseguir sacar pesos pelo cartão de crédito. Ainda chegamos no hotel a tempo de apreciar um dos mais especiais atrativos de Cartagena: o por do sol em Bocagrande, que assistimos das janelas do nosso quarto no 12° andar do Hotel Regatta Cartagena.
E assim terminamos nossa memorável viagem pela linda Cartagena.
segunda-feira, agosto 28, 2017
Cidade Murada e El Laguito
FÉRIAS EM CARTAGENA - DIA 5
Aproveitamos o dia para acordar um pouco mais tarde e fazer as coisas com mais tranquilidade, sem planejar muito. Depois do café da manhã, fomos mais uma vez à praia de Bocagrande, onde nosso amigo Marlon já nos esperava com nosso guarda-sol e cadeiras prontos. Curtimos um pouco o valor gostoso, já que mais uma vez não tivemos a presença do sol pela manhã, e depois fomos de Uber para a Cidade Murada, explorar um pouco mais o nosso último dia por lá. Almoçamos no restaurante Santo Turibio, na calle 7, seguindo as dicas da Aryane, nossa amiga de Guarulhos. Depois seguimos passeando pra tirar algumas fotos e apreciar os encantos desse lugarejo tão peculiar. De volta a Bocagrande, fomos conhecer melhor El Laguito e seus arredores e terminamos na piscina do hotel, onde fizemos amizade com um casal gaúcho. Nossa noite acabou no Piccolo Pizza, onde provamos a versão colombiana de Pizza Hut e Domino's.
Aproveitamos o dia para acordar um pouco mais tarde e fazer as coisas com mais tranquilidade, sem planejar muito. Depois do café da manhã, fomos mais uma vez à praia de Bocagrande, onde nosso amigo Marlon já nos esperava com nosso guarda-sol e cadeiras prontos. Curtimos um pouco o valor gostoso, já que mais uma vez não tivemos a presença do sol pela manhã, e depois fomos de Uber para a Cidade Murada, explorar um pouco mais o nosso último dia por lá. Almoçamos no restaurante Santo Turibio, na calle 7, seguindo as dicas da Aryane, nossa amiga de Guarulhos. Depois seguimos passeando pra tirar algumas fotos e apreciar os encantos desse lugarejo tão peculiar. De volta a Bocagrande, fomos conhecer melhor El Laguito e seus arredores e terminamos na piscina do hotel, onde fizemos amizade com um casal gaúcho. Nossa noite acabou no Piccolo Pizza, onde provamos a versão colombiana de Pizza Hut e Domino's.domingo, agosto 27, 2017
Isla Baru e rumba no Café Havana
FÉRIAS EM CARTAGENA - DIA 4
Um dos lugares mais procurados para passear em Cartagena é a Isla Baru, que faz parte das Islas Rosario. E o passeio para a Isla Baru mais procurado é o que inclui o day use no Hotel Isla del Encanto. Além da infraestrutura de piscinas, banheiros, bares e cadeiras de praia, tem o transfer do hotel para a marina, feito em uma das tradicionais Chivas, e o transporte de lancha até Baru e de volta a Cartagena. Está incluso também o almoço em sistema de buffet com direito a uma bebida. Tudo isso a COP 161 mil (± R$ 215,00).
A ida é tranquila e dura cerca de uma hora entre águas calmas e agitadas. A lancha sai da Moille de La Bodeguita, a marina frente a Cidade Murada, e tem capacidade para 50 pessoas. Navegamos ao longo da costa na parte protegida pela Isla de Tierra Bomba com visualização de terra todo o tempo. Depois de passarmos por Bocachica, onde há o Forte de San Fernando, o mar é aberto e fica um pouco mais agitado, mas a viagem desse ponto dura mais ou menos 25 minutos até chegarmos ao píer do hotel. Confesso que, apesar da excelente estrutura, minha decepção foi enorme ao não encontrar lá as águas claras e turquesas típicas do Caribe, e que os folhetos das agências que vendem os passeios mostram em suas fotos. Mas já que estávamos lá, curtimos o domingo de margaritas, pinas coladas e mojitos, acompanhados de mergulhos no mar do Caribe verde amarelado. A volta foi tranquila seguindo os mesmos procedimentos.
De volta ao hotel decidimos descansar um pouco para curtir a noite de domingo. Fomos jantar na La Cevicheria, que apesar de cheia, e com uma procura muito grande, acabamos nos acomodando em menos de 15 minutos.
Depois seguimos caminhando até o bairro de Getsêmani, onde terminamos o dia aos sons da rumba do Café Havana, tradicional e que aos domingos cobra COP 20 mil de entrada (R$ 27), consumíveis em um mojito ou uma cerveja.
Um dos lugares mais procurados para passear em Cartagena é a Isla Baru, que faz parte das Islas Rosario. E o passeio para a Isla Baru mais procurado é o que inclui o day use no Hotel Isla del Encanto. Além da infraestrutura de piscinas, banheiros, bares e cadeiras de praia, tem o transfer do hotel para a marina, feito em uma das tradicionais Chivas, e o transporte de lancha até Baru e de volta a Cartagena. Está incluso também o almoço em sistema de buffet com direito a uma bebida. Tudo isso a COP 161 mil (± R$ 215,00).A ida é tranquila e dura cerca de uma hora entre águas calmas e agitadas. A lancha sai da Moille de La Bodeguita, a marina frente a Cidade Murada, e tem capacidade para 50 pessoas. Navegamos ao longo da costa na parte protegida pela Isla de Tierra Bomba com visualização de terra todo o tempo. Depois de passarmos por Bocachica, onde há o Forte de San Fernando, o mar é aberto e fica um pouco mais agitado, mas a viagem desse ponto dura mais ou menos 25 minutos até chegarmos ao píer do hotel. Confesso que, apesar da excelente estrutura, minha decepção foi enorme ao não encontrar lá as águas claras e turquesas típicas do Caribe, e que os folhetos das agências que vendem os passeios mostram em suas fotos. Mas já que estávamos lá, curtimos o domingo de margaritas, pinas coladas e mojitos, acompanhados de mergulhos no mar do Caribe verde amarelado. A volta foi tranquila seguindo os mesmos procedimentos.
De volta ao hotel decidimos descansar um pouco para curtir a noite de domingo. Fomos jantar na La Cevicheria, que apesar de cheia, e com uma procura muito grande, acabamos nos acomodando em menos de 15 minutos.
Depois seguimos caminhando até o bairro de Getsêmani, onde terminamos o dia aos sons da rumba do Café Havana, tradicional e que aos domingos cobra COP 20 mil de entrada (R$ 27), consumíveis em um mojito ou uma cerveja.
sábado, agosto 26, 2017
Vulcan de Totumo e Hard Rock Café
FÉRIAS EM CARTAGENA - DIA 3
Mais uma noite de conforto e descanso. Dessa vez o sol mostrou as caras no céu azul. Depois do café fomos para a praia de Bocagrande curtir o Mar do Caribe, e depois almoçamos no shopping Nao, ao lado do hotel, uma Bandeja Paisa, típica da Colômbia, que consiste em arroz, feijões grandes, carne moída, salsicha frita, panceta torrada, abacate, banana, ovo frito e a sempre arepa. Um pecado, mas não consegui comer nem a metade, de tão bem servido que era o prato.
Depois dessa orgia gastronômica colombiana, fomos para mais um passeio. Uma hora de viagem de Cartagena a Santa Calina, na divisa dos departamentos (estados) de Bolívar e Atlântica, onde se encontra o Vulcan de Lodo de El Totumo. Trata-se de um pequeno vulcão de 28 metros de altura, que segundo a lenda, foi abençoado por um padre, e desde então não entrou mais em erupção e seu conteúdo se transformou em uma lama rica em sulfato, que atrai turistas do mundo inteiro, pela curiosidade e crença que suas propriedades são benéficas à pele e à saúde. O preço do passeio foi COP 25 mil (próximo a R$ 35,00) e incluía apenas o transporte de ida e volta e no local uma estrutura simples e pitoresca com armários para guardar os pertences e banheiros. Massagens dentro da lama, um guia tirando fotos do seu celular e um banho na lagoa de água salobra, para tirar o excesso de lama, eram cobradas a parte a COP 4 mil (cerca de R$ 6,00) cada. Mas é uma experiência muito interessante onde devido às substâncias químicas da lama, o corpo não afunda e fica flutuando.
De volta a Cartagena, um bom banho pra tirar o que sobrou de lama pelo corpo, e seguimos para a Cidade Amuralhada, aproveitando o benefício do City Sight bus. Jantamos no Hard Rock Café Cartagena e depois saboreamos um delicioso sorvete batido na hora com hidrogênio, no Mr. Cool, e voltamos caminhando para o hotel em Bocagrande, algo próximo de 5 km. Mas foi agradável, um calor gostoso é uma brisa quente refrescante.
Mais uma noite de conforto e descanso. Dessa vez o sol mostrou as caras no céu azul. Depois do café fomos para a praia de Bocagrande curtir o Mar do Caribe, e depois almoçamos no shopping Nao, ao lado do hotel, uma Bandeja Paisa, típica da Colômbia, que consiste em arroz, feijões grandes, carne moída, salsicha frita, panceta torrada, abacate, banana, ovo frito e a sempre arepa. Um pecado, mas não consegui comer nem a metade, de tão bem servido que era o prato.
Depois dessa orgia gastronômica colombiana, fomos para mais um passeio. Uma hora de viagem de Cartagena a Santa Calina, na divisa dos departamentos (estados) de Bolívar e Atlântica, onde se encontra o Vulcan de Lodo de El Totumo. Trata-se de um pequeno vulcão de 28 metros de altura, que segundo a lenda, foi abençoado por um padre, e desde então não entrou mais em erupção e seu conteúdo se transformou em uma lama rica em sulfato, que atrai turistas do mundo inteiro, pela curiosidade e crença que suas propriedades são benéficas à pele e à saúde. O preço do passeio foi COP 25 mil (próximo a R$ 35,00) e incluía apenas o transporte de ida e volta e no local uma estrutura simples e pitoresca com armários para guardar os pertences e banheiros. Massagens dentro da lama, um guia tirando fotos do seu celular e um banho na lagoa de água salobra, para tirar o excesso de lama, eram cobradas a parte a COP 4 mil (cerca de R$ 6,00) cada. Mas é uma experiência muito interessante onde devido às substâncias químicas da lama, o corpo não afunda e fica flutuando.
De volta a Cartagena, um bom banho pra tirar o que sobrou de lama pelo corpo, e seguimos para a Cidade Amuralhada, aproveitando o benefício do City Sight bus. Jantamos no Hard Rock Café Cartagena e depois saboreamos um delicioso sorvete batido na hora com hidrogênio, no Mr. Cool, e voltamos caminhando para o hotel em Bocagrande, algo próximo de 5 km. Mas foi agradável, um calor gostoso é uma brisa quente refrescante.
sexta-feira, agosto 25, 2017
Playa de Bocagrande e Castillo de San Felipe de Barajas
FÉRIAS EM CARTAGENA - DIA 2
Fazia tempo que eu não dormia tão confortavelmente bem. Tanto que despertei as 07:30 da manhã pela primeira vez já me sentindo extremamente descansado. Então descemos para o café da manhã e já fechamos alguns passeios para os próximos dias. Decidimos conhecer a praia a nossa frente, Bocagrande, onde demos nosso primeiro mergulho no mar do Caribe. E posso dizer também que foi meu primeiro mergulho internacional, já que nas outras vezes que saí do Brasil só tive a oportunidade de ver o mar em Angola e no Uruguai, esse último até cheguei a ir na praia, mas em nenhum dos dois entrei na água.
Apesar de começar a chover, o forte calor prevaleceu e seguimos na praia, onde almoçamos um saboroso coquetel de camarão e frutos do mar, antes de voltar para o hotel e nos prepararmos para nosso primeiro passeio: o City Sight Seeing, a bordo daqueles famosos ônibus turísticos conversíveis de dois andares. O ingresso custa COP 45 mil (quarenta e cinco mil pesos colombianos), cerca de R$ 60,00, e é válido por 48 horas, podendo subir e descer de qualquer uma das paradas dentro do horário de funcionamento. Conhecemos mais um pouco dos bairros de Bocagrande, El Laguito e Castillogrande, a Nova Cartagena, além dos antigos e charmosos Getsêmani e Manga ao redor da Cidade Amuralhada (Ciudad Amurallada). Na parada do Castillo de San Felipe de Barajas, descemos para conhecer a construção de 1.657, para defender a cidade de ataques piratas e invasores daquela época.
Voltamos para Bocagrande e descemos no Mc Donalds para experimentar os sanduíches colombianos e a casquinha de caramelo (arequipe) que não existe no Brasil. Caminhamos até o hotel onde curtimos mais um pouco de piscina, antes de começar a nos preparar para a noite. Pegamos o último City Sight de volta para o centro e ficamos caminhando pela Cidade Amuralhada, descobrindo os encantos de Cartagena, que faz todos que por aqui passam, se apaixonem. Encerramos nosso dia no bar Donde Fidel, quase em frente a Torre do Relógio, de onde pegamos o táxi para voltar ao hotel.
Fazia tempo que eu não dormia tão confortavelmente bem. Tanto que despertei as 07:30 da manhã pela primeira vez já me sentindo extremamente descansado. Então descemos para o café da manhã e já fechamos alguns passeios para os próximos dias. Decidimos conhecer a praia a nossa frente, Bocagrande, onde demos nosso primeiro mergulho no mar do Caribe. E posso dizer também que foi meu primeiro mergulho internacional, já que nas outras vezes que saí do Brasil só tive a oportunidade de ver o mar em Angola e no Uruguai, esse último até cheguei a ir na praia, mas em nenhum dos dois entrei na água.
Apesar de começar a chover, o forte calor prevaleceu e seguimos na praia, onde almoçamos um saboroso coquetel de camarão e frutos do mar, antes de voltar para o hotel e nos prepararmos para nosso primeiro passeio: o City Sight Seeing, a bordo daqueles famosos ônibus turísticos conversíveis de dois andares. O ingresso custa COP 45 mil (quarenta e cinco mil pesos colombianos), cerca de R$ 60,00, e é válido por 48 horas, podendo subir e descer de qualquer uma das paradas dentro do horário de funcionamento. Conhecemos mais um pouco dos bairros de Bocagrande, El Laguito e Castillogrande, a Nova Cartagena, além dos antigos e charmosos Getsêmani e Manga ao redor da Cidade Amuralhada (Ciudad Amurallada). Na parada do Castillo de San Felipe de Barajas, descemos para conhecer a construção de 1.657, para defender a cidade de ataques piratas e invasores daquela época.
Voltamos para Bocagrande e descemos no Mc Donalds para experimentar os sanduíches colombianos e a casquinha de caramelo (arequipe) que não existe no Brasil. Caminhamos até o hotel onde curtimos mais um pouco de piscina, antes de começar a nos preparar para a noite. Pegamos o último City Sight de volta para o centro e ficamos caminhando pela Cidade Amuralhada, descobrindo os encantos de Cartagena, que faz todos que por aqui passam, se apaixonem. Encerramos nosso dia no bar Donde Fidel, quase em frente a Torre do Relógio, de onde pegamos o táxi para voltar ao hotel.
quinta-feira, agosto 24, 2017
Muito prazer, essa é Cartagena das Índias
FÉRIAS EM CARTAGENA - DIA 1
Quase nove horas depois de decolar de Guarulhos, com uma conexão de uma hora no Panamá, desembarcamos na Colômbia. E Cartagena nos recebeu com chuva e forte calor. Seguimos direto para o hotel, localizado em Bocagrande, na Nova Cartagena. Como só poderíamos entrar às 15h, deixamos as bagagens guardadas e pegamos um Uber para a Cidade Amuralhada, afim de trocar o dinheiro para termos pesos colombianos, a moeda local. O motorista nos levou até uma cevicheria para almoçarmos e seguir com o nosso plano. No bairro de Getsêmani, degustamos nossos ceviches em meio a pôsteres e quadrados do filme A Lagoa Azul, que inspirou o nome do restaurante.
De lá seguimos para a Torre do Relógio, um dos cartões postais da cidade, dando a nossa primeira caminhada em Cartagena. Compramos doces típicos no Arco dos Doces, fizemos o câmbio e conhecemos as primeiras vielas da Cidade Amuralhada, mas voltamos para o hotel pois estávamos cansados da viagem e precisávamos de um banho. E quando entramos no quarto tivemos uma grande surpresa: a vista para o mar, a praia de Bocagrande, a piscina do hotel bem à nossa janela no 11° andar, nos sentimos muito gratos e sortudos pela situação.
Decidimos desfrutar um pouco da piscina já que o calor era muito grande apesar do tempo estar nublado, e pouco antes de anoitecer voltamos ao quarto para um banho e enfim descansar um pouco. Dormimos demais e acordamos por volta de 22h (meia noite no Brasil). Nós arrumamos e decidimos encontrar algum lugar em Bocagrande mesmo para beliscar algo, só para não dormir de barriga vazia. Comemos fritas e empanadas no Carbon de Palo, na Av. San Martín, logo atrás do hotel e voltamos para dormir de vez.
Quase nove horas depois de decolar de Guarulhos, com uma conexão de uma hora no Panamá, desembarcamos na Colômbia. E Cartagena nos recebeu com chuva e forte calor. Seguimos direto para o hotel, localizado em Bocagrande, na Nova Cartagena. Como só poderíamos entrar às 15h, deixamos as bagagens guardadas e pegamos um Uber para a Cidade Amuralhada, afim de trocar o dinheiro para termos pesos colombianos, a moeda local. O motorista nos levou até uma cevicheria para almoçarmos e seguir com o nosso plano. No bairro de Getsêmani, degustamos nossos ceviches em meio a pôsteres e quadrados do filme A Lagoa Azul, que inspirou o nome do restaurante.
De lá seguimos para a Torre do Relógio, um dos cartões postais da cidade, dando a nossa primeira caminhada em Cartagena. Compramos doces típicos no Arco dos Doces, fizemos o câmbio e conhecemos as primeiras vielas da Cidade Amuralhada, mas voltamos para o hotel pois estávamos cansados da viagem e precisávamos de um banho. E quando entramos no quarto tivemos uma grande surpresa: a vista para o mar, a praia de Bocagrande, a piscina do hotel bem à nossa janela no 11° andar, nos sentimos muito gratos e sortudos pela situação.
Decidimos desfrutar um pouco da piscina já que o calor era muito grande apesar do tempo estar nublado, e pouco antes de anoitecer voltamos ao quarto para um banho e enfim descansar um pouco. Dormimos demais e acordamos por volta de 22h (meia noite no Brasil). Nós arrumamos e decidimos encontrar algum lugar em Bocagrande mesmo para beliscar algo, só para não dormir de barriga vazia. Comemos fritas e empanadas no Carbon de Palo, na Av. San Martín, logo atrás do hotel e voltamos para dormir de vez.
Cartagena lá vamos nós
É estranho mas nem bem comecei a trabalhar no Midas e já vou sair de... férias?!?
É, realmente é estranho, mas vou tratando de me explicar para que não haja confusão e ninguém se sinta injustiçado. Pouco antes de começar a trabalhar no Midas eu fechei um pacote de uma semana em Cartagena das Índias, Colômbia, pois ganhei como prêmio do Banco Bradesco após ter trabalhado durante o Tour da Tocha Olímpica Rio 2016. E como conciliamos com as férias do Fezão, vamos esticar ainda alguns dias em Floripa, já que ele não conhece a Ilha da Magia. Então, como meus contratantes no Midas já estavam cientes, deixei tudo organizado por lá e malas prontas para seguir viagem à essa bela cidade colombiana.
Aqui deixarei registrado meus passos por lá.
É, realmente é estranho, mas vou tratando de me explicar para que não haja confusão e ninguém se sinta injustiçado. Pouco antes de começar a trabalhar no Midas eu fechei um pacote de uma semana em Cartagena das Índias, Colômbia, pois ganhei como prêmio do Banco Bradesco após ter trabalhado durante o Tour da Tocha Olímpica Rio 2016. E como conciliamos com as férias do Fezão, vamos esticar ainda alguns dias em Floripa, já que ele não conhece a Ilha da Magia. Então, como meus contratantes no Midas já estavam cientes, deixei tudo organizado por lá e malas prontas para seguir viagem à essa bela cidade colombiana.
Aqui deixarei registrado meus passos por lá.
sábado, agosto 19, 2017
Anabelle de novo
Sabadão dia de curtir um terror no cinema. Annabelle 2 - A Criação do Mal (Annabelle: Creation, EUA 2017) conta a história anterior ao primeiro filme, onde essa boneca tosca foi criada.
Anos após a trágica morte de sua filha, um habilidoso artesão de bonecas e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um amendrontador demônio do passado: Annabelle, criação do artesão. (Fonte: Adoro Cinema)
Anos após a trágica morte de sua filha, um habilidoso artesão de bonecas e sua esposa decidem, por caridade, acolher em sua casa uma freira e dezenas de meninas desalojadas de um orfanato. Atormentado pelas lembranças traumáticas, o casal ainda precisa lidar com um amendrontador demônio do passado: Annabelle, criação do artesão. (Fonte: Adoro Cinema)
quinta-feira, agosto 17, 2017
Cantando na Chuva
Um clássico.
Mas não chega a ser aquele musical que te preenche os olhos do começo ao fim.
À convite do querido protagonista, Jarbas Homem de Mello, fomos prestigiar a estréia VIP ontem à noite no Teatro Santander.
Confesso que fiquei decepcionado com a performance de "Faça Rir". Em 2011, minha grande parceira Rosely Fiorelli montou um número muito mais empolgante de Faça Rir em um evento corporativo na Praia do Forte, na Bahia, onde o falecido Marcos Tumura divertia a cena com nossos bailarinos.
Acho que tinha essa expectativa para esse número, talvez isso explique a decepção. Enfim... o ápice do espetáculo, sem dúvida, é o final do primeiro ato, quando desaba água no palco e Jarbas revive a cena imortalizada por Gene Kelly na telona. Realmente sapatear na água não seria tarefa pra qualquer um. Claudia Raia rouba a cena e leva o teatro abaixo com as cenas de humor. Vale a pena ser conferido.
sexta-feira, agosto 11, 2017
Boca de Ouro
O que esperar de uma peça de Nelson Rodrigues com a direção de Gabriel Villela? É a combinação perfeita! E foi assim que saboreamos, ontem no Tucarena, a pré-estréia VIP de Boca de Ouro, vivido por Malvino Salvador, com a participação do meu querido Cacá Toledo, e a preparação corporal da minha eterna Rosely Fiorelli. Texto rico, atuações marcantes, uma comédia dramática incrível, com talentos da "casa", como Claudio Fontana e Chico Carvalho, além do toque glamuroso de Mel Lisboa e Lavínia Pannunzio, e as interpretações musicais hilárias da talentosíssima Mariana Elizabetsky. Guilherme Bueno, Leonardo Ventura e Jonatan Harold compõem o elenco.
Se quer se divertir, vá até o Tucarena e prestigie esse grande espetáculo.
Se quer se divertir, vá até o Tucarena e prestigie esse grande espetáculo.
quinta-feira, agosto 03, 2017
De hoje em diante, só quero boas notícias
Depois de ver o meu mundo virar de ponta cabeça e encarar a, talvez, pior fase da minha vida, a perseverança e a FÉ em Deus e a certeza de que somos capazes de levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, me fizeram acreditar que, de fato, depois da tempestade SEMPRE VEM A BONANÇA.
Hoje, dia 03 de agosto de 2017, eu só ouvi boas notícias. Há dois dias eu ganhei a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho de um cara que virei fã, depois de ter lido a sua biografia, conforme registrado aqui no Ah...Fala Sério!!! na postagem 30 anos de música do dia 15 de fevereiro de 2017. Não só conhecer, mas fazer parte dessa história de sucesso, pois fui convidado para fazer parte da Família Midas, que faz acontecer o maior estúdio da atualidade no Brasil, o Midas Studios. Só isso já é motivo de muita alegria e prova de que o sol nasce pra todos, basta você sair lá fora e senti-lo. Gratidão por Deus sempre colocar os melhores anjos da guarda no meu caminho, pessoas que amo infinitamente e que fazem questão de demonstrar por mim o mesmo amor e carinho. E com tanto anjo da guarda é fácil de entender por que Deus é meu parceiro e me mostra sempre que os sustos que eu levo são apenas para eu ir atrás daquilo que me está faltando.
Portanto, de hoje em diante, eu só quero boas notícias, como a que eu ouvi hoje. E essa, eu guardo comigo, e compartilho apenas com alguns desses anjos que fazem parte desse momento da minha vida.
Obrigado Rosely Fiorelli, Paula Peixoto Bonadio, Fernando Araújo, Roberta Viola e Anderson Maia. Vocês são os meus anjos nesse caminho.
Obrigado Pai, Mãe e Lú, minha irmã. Vocês são os meus anjos de sangue.
Hoje, dia 03 de agosto de 2017, eu só ouvi boas notícias. Há dois dias eu ganhei a oportunidade de conhecer mais de perto o trabalho de um cara que virei fã, depois de ter lido a sua biografia, conforme registrado aqui no Ah...Fala Sério!!! na postagem 30 anos de música do dia 15 de fevereiro de 2017. Não só conhecer, mas fazer parte dessa história de sucesso, pois fui convidado para fazer parte da Família Midas, que faz acontecer o maior estúdio da atualidade no Brasil, o Midas Studios. Só isso já é motivo de muita alegria e prova de que o sol nasce pra todos, basta você sair lá fora e senti-lo. Gratidão por Deus sempre colocar os melhores anjos da guarda no meu caminho, pessoas que amo infinitamente e que fazem questão de demonstrar por mim o mesmo amor e carinho. E com tanto anjo da guarda é fácil de entender por que Deus é meu parceiro e me mostra sempre que os sustos que eu levo são apenas para eu ir atrás daquilo que me está faltando.
Portanto, de hoje em diante, eu só quero boas notícias, como a que eu ouvi hoje. E essa, eu guardo comigo, e compartilho apenas com alguns desses anjos que fazem parte desse momento da minha vida.
Obrigado Rosely Fiorelli, Paula Peixoto Bonadio, Fernando Araújo, Roberta Viola e Anderson Maia. Vocês são os meus anjos nesse caminho.
Obrigado Pai, Mãe e Lú, minha irmã. Vocês são os meus anjos de sangue.
OBRIGADO MEU DEUS PAI TODO PODEROSO, SENHOR SUPREMO DE TODO O UNIVERSO, JUSTO, MILAGROSO E MISERICORDIOSO, POR ACREDITAR EM MIM E NA MINHA CAPACIDADE DE SUPERAÇÃO DIÁRIA. OBRIGADO POR TODOS OS MOMENTOS QUE O SENHOR COLOCOU EM MEU CAMINHO NESSA PASSAGEM TERRENA. SEM A SUA BENÇÃO E SEM O SEU AMOR EU NÃO SOU NINGUÉM, MEU PAI.
domingo, julho 30, 2017
Esteros
À princípio fiquei sem entender se Esteros (Brasil/Argentina 2017) era um filme brasileiro ou argentino. Apesar de ser filmado todo na Argentina e 97% falado em espanhol, descobri que era um filme brasileiro e argentino, com a expressiva participação de Felipe Titto, só que não.
Matias e Jeronimo são dois grandes amigos que cresceram juntos em Paso de Los Libres, uma região simples e folclórica na Argentina. Durante sua adolescência, surgiu uma inesperada atração sexual entre os dois, que viveram os sentimentos com curiosidade. Mas a vida acabou separando seus destinos. Após anos afastados, eles lidam de maneiras totalmente distintas com as lembranças do passado. Mas, quando os dois se reencontram, o sentimento renasce e confronta todos os tipos de conflitos morais. (fonte: Adoro Cinema)
Matias e Jeronimo são dois grandes amigos que cresceram juntos em Paso de Los Libres, uma região simples e folclórica na Argentina. Durante sua adolescência, surgiu uma inesperada atração sexual entre os dois, que viveram os sentimentos com curiosidade. Mas a vida acabou separando seus destinos. Após anos afastados, eles lidam de maneiras totalmente distintas com as lembranças do passado. Mas, quando os dois se reencontram, o sentimento renasce e confronta todos os tipos de conflitos morais. (fonte: Adoro Cinema)
domingo, julho 16, 2017
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Mais uma sequência do aracnídeo mais famoso de Nova York. Seria o terceiro? Enfim, depois de Tobey Maguire no início do século e recentemente Adam Garfield, chegou a vez de Tom Holland viver o herói da Marvel, depois de sua aparição junto aos Vingadores. Eu gostei! E vocês? O que acharam de Homem-Aranha: De Volta Ao Lar (Spider-Man: Homecoming, EUA 2017)?
Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker (Tom Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava. (fonte: Adoro Cinema)
Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker (Tom Holland) voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre (Michael Keaton) surge amedrontando a cidade. O problema é que a tarefa não será tão fácil como ele imaginava. (fonte: Adoro Cinema)
quinta-feira, julho 13, 2017
O Silêncio das Montanhas
Mais uma leitura que inicio nesse ano. Conhecendo a literatura afegã de Khaled Hosseini, autor de O Caçador de Pipas, em O Silêncio das Montanhas. Por incrível que pareça não o conhecia, mas parece que vou querer bisbilhotar outras obras desse autor.
sábado, julho 01, 2017
Invasão
Quantas e quantas vezes ouvimos falar de pessoas que são subtraídas, quando andam distraídas com seus telefones em lugares de grande movimentos, como avenidas e parques ou centros comerciais? Assistimos reportagens, vemos imagens, mas sempre acreditamos que isso nunca vai acontecer com a gente, pois somos vigilantes e espertos o suficiente pra não deixar isso acontecer.
Pois hoje isso aconteceu comigo, exatamente às 0h00 do primeiro dia de julho, em plena Avenida Paulista, quando eu saía de uma montagem para um job da CKZ, estava distraído em meu whatsapp, contemplando a beleza da torre do prédio da Gazeta, quando o meliante em sua bicicleta veio em minha direção, sem que ao menos percebesse e arrancou da minha mão, o meu iPhone e se perdeu por entre os carros da avenida, bem movimentada para aquele horário. Foi tudo tão rápido, que eu só me dei conta do que tinha acontecido quando eu percebi que o cabo que estava conectado ao carregador portátil estava em minha mão, e o aparelho não. Não vi seu rosto, nem mesmo a roupa que ele usava e tão pouco a cor da bicicleta. Entrei no bar "Prainha" na esquina da Paulista com a Alameda Joaquim Eugênio de Lima, e pedi para usar o telefone, para avisar alguém que meu telefone havia sido roubado.
Com a tecnologia de hoje, tudo salvo no iPhone, só consegui me lembrar o número do Fezão e pedi pra ele ligar na Vivo e bloquear a linha, e entrar no Busca iPhone e bloquear o aparelho através do meu Apple ID e senha.
Fui pra casa, mais chateado que revoltado. E quando cheguei e acordei minha mãe, para pedir o telefone dela para fazer os procedimentos, o Fezão através do ineficiente serviço da Vivo ainda não tinha conseguido bloquear a linha e descobrimos que as senhas do meu email, facebook e apple id haviam sido alteradas.
Me senti invadido, humilhado. Trabalho honestamente pra conquistar minhas coisas e criei os meus contatos e minhas redes sociais para meu trabalho e lazer, e vem um otário, infeliz, pobre de carácter que, já não bastasse ter me subtraído um bem material, se acha no direito de me privar das minhas coisas e alterar minhas senhas.
O que me salvou foi, que devido à uma queda o celular estava com a tela de vidro toda quebrada, e com o tempo algumas funções perderam suas habilidades, como o GPS (não funcionava o Waze por exemplo) e a bateria que não durava mais, ou seja, sem estar conectado à uma fonte de energia, o celular durava cerca de 5 minutos antes de desligar completamente, mesmo sinalizando 100% de carga.
Os meliantes tiveram só o tempo de remover o aparelho do Busca iPhone e mudar as senhas que citei a cima, e devem ter sidos surpreendidos com o apagão. Mas, conectaram o aparelho na fonte, pois enquanto fazia o BO online, o Fezão me ligou alertando que havia ligado para o meu número e atendeu uma pessoa se identificando da PM.
Quando liguei, já percebi pela voz de garoto que não era. O marginal ainda tentou fazer que eu dissesse a senha que bloqueava o aparelho, mas viu em minha resistência uma conversa inútil, então me avisou que tinha mudado minhas senhas e excluído a localização do aparelho e ainda foi sarcástico ao dizer que aquele aparelho era estragado e quebrado, e que apesar de ter coisas pessoais que eram importantes para mim, ele já era, que a minha saída era compra o iPhone 7 para que logo ele chegasse nas mãos deles, novamente. E desligou, gargalhando.
Graças à segurança do Google, Facebook e Apple, consegui reativar minhas contas e alterei todas as minhas senhas. Aquele aparelho? Era meu, eu comprei sim, com meu esforço e o meu trabalho, nele continha algumas coisas que, graças à tecnologia do Apple ID, recuperarei quando conectar no meu próximo iPhone, e o backups salvos nas nuvens e no meu computador, farão eu ter de volta tudo o que é meu. Mas esse, infelizmente, continuará sendo um problema que todos nós brasileiros enfrentaremos no nosso dia a dia, nas ruas, avenidas, bares, parques, metrôs, pelo mundo a fora.
Nunca pensei, e continuarei pensando em não fazer justiça com minhas próprias mãos, mas seguirei acreditando num mundo melhor, e na evolução espiritual das pessoas. Tenho uma jornada longa ainda por esse planeta, e continuarei trabalhando para ter as coisas que eu merecer ter, e nunca serei abraçado pelas sombras malignas das trevas que acompanham esses meliantes, condenados à uma vida pobre e ligeira.
GRATIDÃO À DEUS, por minha vida ter saído ilesa.
Pois hoje isso aconteceu comigo, exatamente às 0h00 do primeiro dia de julho, em plena Avenida Paulista, quando eu saía de uma montagem para um job da CKZ, estava distraído em meu whatsapp, contemplando a beleza da torre do prédio da Gazeta, quando o meliante em sua bicicleta veio em minha direção, sem que ao menos percebesse e arrancou da minha mão, o meu iPhone e se perdeu por entre os carros da avenida, bem movimentada para aquele horário. Foi tudo tão rápido, que eu só me dei conta do que tinha acontecido quando eu percebi que o cabo que estava conectado ao carregador portátil estava em minha mão, e o aparelho não. Não vi seu rosto, nem mesmo a roupa que ele usava e tão pouco a cor da bicicleta. Entrei no bar "Prainha" na esquina da Paulista com a Alameda Joaquim Eugênio de Lima, e pedi para usar o telefone, para avisar alguém que meu telefone havia sido roubado.
Com a tecnologia de hoje, tudo salvo no iPhone, só consegui me lembrar o número do Fezão e pedi pra ele ligar na Vivo e bloquear a linha, e entrar no Busca iPhone e bloquear o aparelho através do meu Apple ID e senha.
Fui pra casa, mais chateado que revoltado. E quando cheguei e acordei minha mãe, para pedir o telefone dela para fazer os procedimentos, o Fezão através do ineficiente serviço da Vivo ainda não tinha conseguido bloquear a linha e descobrimos que as senhas do meu email, facebook e apple id haviam sido alteradas.
Me senti invadido, humilhado. Trabalho honestamente pra conquistar minhas coisas e criei os meus contatos e minhas redes sociais para meu trabalho e lazer, e vem um otário, infeliz, pobre de carácter que, já não bastasse ter me subtraído um bem material, se acha no direito de me privar das minhas coisas e alterar minhas senhas.
O que me salvou foi, que devido à uma queda o celular estava com a tela de vidro toda quebrada, e com o tempo algumas funções perderam suas habilidades, como o GPS (não funcionava o Waze por exemplo) e a bateria que não durava mais, ou seja, sem estar conectado à uma fonte de energia, o celular durava cerca de 5 minutos antes de desligar completamente, mesmo sinalizando 100% de carga.
Os meliantes tiveram só o tempo de remover o aparelho do Busca iPhone e mudar as senhas que citei a cima, e devem ter sidos surpreendidos com o apagão. Mas, conectaram o aparelho na fonte, pois enquanto fazia o BO online, o Fezão me ligou alertando que havia ligado para o meu número e atendeu uma pessoa se identificando da PM.
Quando liguei, já percebi pela voz de garoto que não era. O marginal ainda tentou fazer que eu dissesse a senha que bloqueava o aparelho, mas viu em minha resistência uma conversa inútil, então me avisou que tinha mudado minhas senhas e excluído a localização do aparelho e ainda foi sarcástico ao dizer que aquele aparelho era estragado e quebrado, e que apesar de ter coisas pessoais que eram importantes para mim, ele já era, que a minha saída era compra o iPhone 7 para que logo ele chegasse nas mãos deles, novamente. E desligou, gargalhando.
Graças à segurança do Google, Facebook e Apple, consegui reativar minhas contas e alterei todas as minhas senhas. Aquele aparelho? Era meu, eu comprei sim, com meu esforço e o meu trabalho, nele continha algumas coisas que, graças à tecnologia do Apple ID, recuperarei quando conectar no meu próximo iPhone, e o backups salvos nas nuvens e no meu computador, farão eu ter de volta tudo o que é meu. Mas esse, infelizmente, continuará sendo um problema que todos nós brasileiros enfrentaremos no nosso dia a dia, nas ruas, avenidas, bares, parques, metrôs, pelo mundo a fora.
Nunca pensei, e continuarei pensando em não fazer justiça com minhas próprias mãos, mas seguirei acreditando num mundo melhor, e na evolução espiritual das pessoas. Tenho uma jornada longa ainda por esse planeta, e continuarei trabalhando para ter as coisas que eu merecer ter, e nunca serei abraçado pelas sombras malignas das trevas que acompanham esses meliantes, condenados à uma vida pobre e ligeira.
GRATIDÃO À DEUS, por minha vida ter saído ilesa.
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